domingo, 7 de junho de 2015

O tempo permite amar. O tempo permite-me escutar cada respiração das tuas no meu pescoço.  E arrepia sentir o teu calor tão perto. A tua pele macia encostada à minha. Os teus braços envoltos do meu corpo. E eu sinto-me tão pequenina. Tão aconchegada no abraço que é o teu. À noite. Lá fora está frio. Mas cá dentro estamos nós. Aconchegados um no outro, rendidos ao prazer de amar. Encosto-me mais um pouquinho para ti, mesmo já não havendo um centímetro entre nós. E sinto-te mais, quero-te mais perto de mim. Adormecemos. Acordo na minha posição, contigo abraçado a mim. E confesso, é o melhor sentimento do mundo. Quero-te tanto. Quero sentir-me presa como me sinto no meio do lençol que fica para trás. Quero encostar a cabeça no teu peito, mais uma vez. E outra. E mais outra. Quero que seja assim para sempre, como nos filmes das princesas. Eu sinto-me uma, daquelas pequeninas e mimalhas. Essa sou eu. E tu sabes tão bem como mimar esta criança que ainda cá mora. 

E eu gosto tanto. 
De tudo. 
De ti. 
De nós. 

3 comentários:

Cláudia S. Reis disse...

Que este amor nunca morra!! Muitas felicidades :)

P' disse...

Oh, que lindo :) que continuem assim, felizes e apaixonados, por muito e muito tempo :D

Mariana disse...

Tanto amor tão bonito!!!! Nada como nos sentirmos amados... Protegidos.

Um beijo enorme!!